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+2500 cirurgias realizadas

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Experiência em neurocirurgias complexas

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Atendimento humanizado

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Cirurgia dos Nervos Periféricos

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Tratamento Cirúrgico da Dor

Procedimentos Realizados

  • Biopsia do cérebro e da coluna vertebral
  • Tratamento cirúrgico do Tunel do Carpo e Nervos Periféricos
  • Microcirurgia de Tumores Cerebrais
  • Microcirurgia para aneurismas cerebrais
  • Cirurgia Cerebral Endoscópica
  • Tratamento cirúrgico das Hidrocefalias
  • Microcirurgia para hérnia de disco
  • Cirurgia Endoscópica de Coluna Vertebral
  • Bloqueios de Nervo Periférico
  • Fixações da Coluna Vertebral
  • Microcirurgia para Tumores da coluna e da medula
  • Tratamento Neurocirúrgico da Dor

Sobre mim

Sou médico neurocirurgião, com vasta experiência em casos complexos de doenças do cérebro e da coluna vertebral.

Sou formado em medicina pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), tendo me submetido a Residência Médica em Neurocirurgia na cidade de Curitiba, no Hospital Universitário Cajuru – Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), onde fui exposto às mais atuais e modernas técnicas neurocirúgicas, além de ter adquirido amplo conhecimento técnico-científico.

Atualmente atuo nas cidades de Londrina-PR e Arapongas-PR, buscando sempre as melhores soluções para meus pacientes e nunca deixando de me atualizar em cursos e congressos nacionais e internacionais.

  • 2004-2010
    Graduação em Medicina | Universidade do Estado do Amazonas (UEA)
  • 2013-2018
    Residência Médica em Neurocirurgia | Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR)
  • 2018          
    Programa de Aperfeiçoamento Profissional em Cirurgia da Coluna Vertebral e Nervos Periféricos | Rede SARAH (Brasília-DF)
  • 2022-2023
    Pós-Graduação em Medicina Legal e Perícias Médicas | Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP)
  • 2024          
    Pós-Graduação em Cirurgia da Coluna Vertebral | Universidade de Caxias do Sul/AOSpine
Foto sorrindo

O que falam sobre o meu trabalho

Atendimento

Londrina

Av. Bandeirantes, 1011, Londrina-PR, 86010-020
43 3379-2200

*Planos atendidos: Unimed, Amil, Cassi, Copel, Sanepar, Assefaz, CABEB, GEAP, EMBRAPA
**Planos Assistenciais: PREVER e outros.

Arapongas

Rua das Pombas, 311, Arapongas-PR, 86701-410
43 99914-0051

*Planos Assistenciais: PREVER e outros.
**Seguros Saúde por reembolso: Bradesco, Sulamérica, Porto Seguro, Omint, Allianz.

Perguntas
frequentes

O Dr. Roberto Lages atende nas cidades de Londrina-PR e Arapongas-PR de forma presencial, conforme os endereços e contatos abaixo. Ele também atende virtualmente os pacientes de qualquer lugar do mundo, através de sistema de telemedicina, que é gerenciado pelo consultório de Arapongas-PR. Caso deseje marcar uma consulta, basta entrar em contato através dos links disponibilizados. Em caso de telemedicina, favor contactar a clínica da cidade de Arapongas-PR.

Como neurocirurgião, atendo uma ampla variedade de condições neurológicas e da coluna vertebral, incluindo:

  • Tumores cerebrais primários e metastáticos
  • Aneurismas e malformações vasculares cerebrais
  • Traumatismo cranioencefálico
  • Hidrocefalia em adultos e crianças
  • Neuralgia do trigêmeo e outras dores faciais
  • Síndrome do túnel do carpo e outras compressões nervosas periféricas
  • Hematomas cerebrais traumáticos e espontâneos
  • Cistos cerebrais e aracnoides
  • Hérnias de disco cervical, torácica e lombar
  • Estenose do canal vertebral (estreitamento do canal)
  • Doenças degenerativas da coluna como artrose e discopatias
  • Tumores da coluna vertebral e da medula espinhal
  • Fraturas e traumas da coluna vertebral
  • Espondilolistese (deslizamento de vértebras)
  • Infecções da coluna vertebral e do sistema nervoso
  • Compressões de raízes nervosas e da medula espinhal

Realizo tanto tratamentos cirúrgicos quanto conservadores, sempre buscando a opção mais adequada para cada caso após uma avaliação completa e individualizada. Trabalho em conjunto com outros especialistas quando necessário, garantindo um tratamento multidisciplinar e integral para meus pacientes.

Se você está em dúvida sobre a diferença entre um neurologista e um neurocirurgião, saiba que ambos são especialistas em cuidar do sistema nervoso, mas atuam de formas diferentes. Vamos explicar de maneira simples:

Neurologista:

  • O que faz: É o médico que diagnostica e trata problemas relacionados ao cérebro, medula espinhal, nervos e músculos, mas sem realizar cirurgias.
  • Casos comuns: Enxaquecas, epilepsia, Parkinson, Alzheimer, esclerose múltipla, AVC (derrame) e outras condições neurológicas.
  • Como atua: Faz consultas, solicita exames (como ressonância magnética ou tomografia) e prescreve medicamentos ou tratamentos não cirúrgicos.

Neurocirurgião:

  • O que faz: É o médico especializado em cirurgias do sistema nervoso, ou seja, realiza procedimentos cirúrgicos no cérebro, coluna vertebral e nervos.
  • Casos comuns: Tumores cerebrais, hérnias de disco, traumatismos cranianos, aneurismas e problemas na coluna que precisam de intervenção cirúrgica.
  • Como atua: Realiza cirurgias para tratar ou corrigir problemas que não podem ser resolvidos apenas com medicamentos ou terapias. Quando procurar cada um?

Se o seu problema pode ser tratado com medicamentos, terapias ou acompanhamento clínico, o neurologista é o profissional indicado.
Se o tratamento exigir uma cirurgia, o neurocirurgião entrará em ação.
Muitas vezes, os dois especialistas trabalham juntos para garantir o melhor cuidado ao paciente. Se você ainda tem dúvidas sobre qual profissional procurar, entre em contato conosco para orientações personalizadas!

A primeira consulta é um momento importante para estabelecermos uma boa relação médico-paciente e realizarmos uma avaliação completa do seu caso.

O que acontece durante a consulta:

  • Farei uma entrevista detalhada sobre seus sintomas, histórico médico e tratamentos anteriores
  • Realizarei um exame físico e neurológico
  • Avaliarei seus exames
  • Discutiremos as possíveis opções de tratamento
  • Responderei todas as suas dúvidas

Exames que você deve trazer:

  • Ressonância magnética recente da região afetada (de preferência com menos de 6 meses)
  • Tomografia computadorizada (se tiver)
  • Radiografias (especialmente radiografias dinâmicas ou em flexão/extensão, se solicitadas)
  • Exames de sangue recentes (se tiver)
  • Laudos de outros médicos que você já consultou
  • Lista de medicações que está usando atualmente Recomendações adicionais:

Anote suas principais queixas e dúvidas para não se esquecer durante a consulta.
Traga todos os exames anteriores para comparação, mesmo os mais antigos.
Se possível, venha acompanhado de um familiar ou responsável.
Reserve um tempo adequado para a consulta (normalmente dura cerca de 30-40 minutos).

É importante trazer todos os exames em sua forma original (não apenas no celular ou pendrive), pois a qualidade das imagens é fundamental para uma avaliação precisa. Caso não tenha algum dos exames necessários, poderei solicitar durante a consulta.

É recomendado procurar avaliação de um neurocirurgião nas seguintes situações:

  • Quando você apresenta dor persistente nas costas que não melhora após 6 semanas de tratamento conservador (medicamentos, fisioterapia e repouso)
  • Se você sentir dores que se irradiam para pernas ou braços, especialmente se acompanhadas de formigamento, dormência ou fraqueza
  • Caso apresente dificuldade para controlar a urina ou as fezes, o que pode indicar uma condição mais séria que requer avaliação urgente
  • Se sua dor nas costas estiver associada a outros sintomas como febre inexplicável, perda de peso não intencional ou dor que piora durante a noite
  • Após um trauma significativo, como acidentes ou quedas
  • Quando há histórico de câncer
  • Se você tiver dificuldade para caminhar ou sentir fraqueza nas pernas

Vale ressaltar que nem toda dor nas costas necessita de cirurgia. Como neurocirurgião, avalio cada caso individualmente e, frequentemente, inicio tratamentos conservadores antes de considerar uma intervenção cirúrgica. O importante é não adiar a consulta quando os sintomas são persistentes ou progressivos, pois o diagnóstico e tratamento precoces podem prevenir complicações e melhorar significativamente o prognóstico.

Existem algumas situações que requerem avaliação médica imediata em um pronto-socorro. São elas:

  • Perda súbita de força em braços ou pernas, principalmente se afetar apenas um lado do corpo
  • Perda repentina do controle da bexiga ou intestinos (incontinência urinária ou fecal)
  • Dormência na região da virilha ou entre as pernas (região em "sela")
  • Dor intensa e súbita na coluna após um trauma ou queda
  • Febre alta associada à dor nas costas, especialmente se você tiver realizado algum procedimento cirúrgico recentemente
  • Dor muito forte que não alivia com medicação comum
  • Dificuldade para caminhar ou manter o equilíbrio que surge de forma repentina
  • Dor nas costas acompanhada de forte dor de cabeça e rigidez no pescoço

Estes sintomas podem indicar condições graves como síndrome da cauda equina, infecção, comprometimento neurológico agudo ou outras emergências que necessitam de tratamento imediato. Não espere para buscar atendimento se apresentar qualquer um destes sinais, pois o atraso no tratamento pode resultar em danos permanentes. Em casos menos urgentes, você pode agendar uma consulta em meu consultório, mas nas situações listadas acima, procure imediatamente um pronto-socorro.

Sim, existem várias alternativas ao tratamento cirúrgico, e na verdade, estas são as primeiras opções que consideramos na maioria dos casos. O tratamento conservador (não-cirúrgico) é recomendado para aproximadamente 80-90% dos pacientes com problemas na coluna.
As principais alternativas incluem:

  • Fisioterapia: Fundamental para fortalecer a musculatura, melhorar a postura e reduzir a dor. É especialmente eficaz em casos de dores crônicas, hérnias de disco sem comprometimento neurológico significativo e problemas posturais.
  • Medicamentos: Anti-inflamatórios, analgésicos e relaxantes musculares podem ser prescritos para controle da dor e inflamação. Em alguns casos, medicações específicas para dor neuropática também podem ser necessárias.
  • Acupuntura: Pode auxiliar no controle da dor e ser um complemento importante ao tratamento convencional.
  • Infiltrações: Procedimentos minimamente invasivos com aplicação de medicamentos diretamente no local afetado podem proporcionar alívio significativo em casos selecionados.
  • Exercícios físicos orientados: Após liberação médica, a prática regular de exercícios apropriados pode prevenir novos problemas e auxiliar na recuperação.
  • Mudanças no estilo de vida: Correção da postura, ergonomia no trabalho, controle do peso e adaptações nas atividades diárias podem ter um impacto significativo.

O tratamento conservador é geralmente recomendado:

  • Em casos de dor aguda sem déficit neurológico
  • Para hérnias de disco pequenas ou médias sem comprometimento neurológico grave
  • Em pacientes com dores crônicas que respondem bem a tratamentos convencionais
  • Como primeira linha de tratamento para a maioria das condições degenerativas da coluna

É importante ressaltar que cada caso é único e requer uma avaliação individualizada. A decisão entre tratamento conservador ou cirúrgico depende de diversos fatores, incluindo a gravidade dos sintomas, presença de déficits neurológicos, resposta a tratamentos anteriores e o impacto na qualidade de vida do paciente. Mantenha um acompanhamento próximo dos pacientes em tratamento conservador para avaliar sua evolução e, caso necessário, ajustar a conduta ou considerar outras opções terapêuticas.

Como em qualquer procedimento cirúrgico, as cirurgias da coluna vertebral envolvem alguns riscos. É meu dever como médico informá-los claramente para que você possa tomar uma decisão consciente sobre seu tratamento. Os principais riscos incluem:

  • Infecção: Apesar de todos os cuidados de esterilização e antibióticos preventivos, existe um pequeno risco de infecção pós-operatória. Este risco é maior em pacientes diabéticos, fumantes ou com sistema imunológico comprometido.
  • Sangramento: Durante ou após a cirurgia, pode ocorrer sangramento que, em raros casos, pode necessitar de transfusão sanguínea.
  • Lesão neurológica: Existe um risco muito pequeno de lesão de nervos ou da medula espinhal, que pode resultar em dormência, fraqueza ou, muito raramente, paralisia.
  • Fístula liquórica: Em algumas cirurgias, pode ocorrer vazamento do líquido que envolve a medula espinhal, geralmente tratável durante a própria cirurgia.
  • Dor residual: Alguns pacientes podem continuar com algum grau de dor, embora geralmente menor que a dor pré-operatória.
  • Não união óssea: Em cirurgias que envolvem artrodese (fusão de vértebras), existe a possibilidade de a fusão não ocorrer adequadamente, especialmente em fumantes.
  • Síndrome da cirurgia espinhal falida: Em alguns casos, pode haver necessidade de nova cirurgia no futuro.

É importante ressaltar que:

  1. A frequência dessas complicações é relativamente baixa e varia de acordo com o tipo de cirurgia e as condições específicas de cada paciente.
  2. Utilizo técnicas modernas e equipamentos de última geração para minimizar estes riscos.
  3. Cada paciente passa por uma avaliação detalhada pré-operatória para identificar e controlar fatores de risco.
  4. Nossa equipe está totalmente preparada para identificar e tratar qualquer complicação que possa surgir.

Para minimizar os riscos, é fundamental seguir todas as orientações pré e pós-operatórias, incluindo a cessação do tabagismo, controle adequado de doenças crônicas como diabetes e pressão alta, e seguir corretamente as recomendações de repouso e reabilitação após a cirurgia.

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